sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Os bancos gregos vêem-se gregos

A corrida aos bancos gregos já começou. Dois bancos gregos já pediram fundos de emergência para lidar com a corrida, de acordo com o Ekathimerini.

À medida que o Syriza se vai chegando ao poder — vai, na minha opinião, acabar em segundo lugar — e se fala de uma saída grega do Euro, os gregos sabem o que iisso quer dizer. Sabem que o novo Drakma vai ser desvalorizado à brava, para pagar o serviço da dívida ou para pagar os funcionários públicos. E mais vale um euro debaixo do colchão que um drakma a desvalorizar.

Servirá de lição para aqueles que andam a propalar uma saída portuguesa do Euro? Não me parece. Se há coisa que a história ensine por repetição e por contumácia é que um socialista será igual a um socialista, mesmo quando a realidade não o é.

Se Portugal eleger o António Costa Syriza-Hollande-Renzi, o salvador das ratazanas e desbaratador do país, até os gregos chorarão por nós.