Avançar para o conteúdo principal

Um país desviado

Portugal é um país desviado. Pela sucata do Partido Socialista e pelo seu emperro de presidente, Marselfie Sousa.

Dos vários escândalos que aconteceram durante a vigência do PS, e dos escândalos que voltaram a acontecer quando o PS tentou consertar os escândalos originais, qualquer pessoa com um mínimo de inteligência e de decência teria descido ao oblívio e estaria a rezar fervorosamente para que a memória do povo fosse curta. Mas estamos em Portugal. O Portugal da impunidade. No PS não encontraremos esses empecilhos de inteligência e de decência. Não há no PS qualquer traço disso hoje. Houve, no tempo de António José Seguro. Hoje há apenas um Cocosta que se arma em Mazarino, mas com metade dos valores e um décimo da inteligência.

Quanto à Mariana Vieira da Silva, a filha do que antes de ser já o era, se eu disser que ela se porta como uma imbecil não poderei ser indiciado por difamação, porquanto não disse que ela é uma imbecil que nunca fez nada na vida. E não o disse, independentemente da minha opinião sobre esse assunto. A qual aliás é de que o currículo da Ministra Mariana no mundo real proclama de forma cabal a extensão das suas capacidades.

É discurso de ódio? Não: é, quando muito, revelar um segredo de estado.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Juro jurando que juro que o que jurei se jurará esquecido.

Um primeiro ministro (ou primeiro-sinistro, já que todo o governo, com excepção do Siza Vieira, parece ser um acidente de percurso), jurou cumprir e fazer cumprir a Constutuição. O juramento faz parte da cerimónia de posse. E António Costa, licenciado em Direito (não acreditava, mas a Wikipédia diz que sim), passa o tempo a descumprir e fazer descumprir a Constituição. Eu nem gosto desta constituição particularmente, mas o juramento faz parte do acto de posse. Sendo violado, azar o dele, nulifica-se o acto. Precisamos de falar mais do "Diga a Constituição o que disser", e das blatantes violações no Estado de Calamidade e nas reacções à pandoideira. Há um caso sólido para o afastar do poder. Até porque o país não aguenta mais Costa. Eu posso-me dar ao luxo de dar às de Vila Diogo e ir trabalhar noutro lado. Mas isso não acontecerá a dez milhões de portugueses, cujas vidas foram destruídas pelo primeiro confinamento, quando tudo indicava qu...

Marisa Matias, a Presidenta Ignoranta e Carenta de Inteligência

A palavra presidente tem género duplo. Tanto pode significar um entertainer de circo que muda de calções para as teleobjectivas como uma senhora que por acaso preside a qualquer órgão. Alegado presidente supostamente a presidir. Tentem não rir. A presidente do Conselho de Administração da GALP Energia, Paula Amorim. Há uma diferença entre estas figuras, não há? Pois, quem preside está a presidir, logo é presidente (com e ), seja homem ou mulher. Não sei como será com os restantes 215 géneros que andam por aí as Mentias deste povo a inventar. Mas, seja homem ou mulher, se preside é presidente. Outras palavras que também são substativos uniformes, e que gostaria que a senhora Mafias (erro não intencional, ma si non è vero, è ben trovato!) deveria conhecer são, por exemplo: ignorante, demente, incapaz ou azêmola. Ou populista. Ou imbecil. Já agora, podemos trocar o presidente que não preside, logo, o não presidente, por alguém que verdadeira...

O Emperresidente precisa de novos seguranças ou de uma coluna vertebral.

O homem anda mesmo sozinho na praia? Os cortes nos serviços secretos devem dar destas coisas: o Presidente da República, o que diz que tudo sempre se tem de apurar para nada dizer, está só numa praia. Com quinhentos e quarenta e cinco fotógrafos à volta. Mas só. E nenhum segurança ou polícia a menos de um tiro de canhão de distância. De canhão, mas daqueles dos cruzadores, com quarenta e tal quilómetros de alcance. Um presidente só, que ora tira os calções de banho, ora os pendura na corda. E eis que o perigo aparece. Duas jovens e outra pessoa numa canoa virada. Oh! Martírio! Alguém está a viver o seu ordálio! Que fazer!? Oh! Que fazer! O emperresidente de todos os portugueses, em quem confesso ter votado por resignação, especialista em falar tudo para nada ter de dizer, salta corajosamente à água. Não o vemos a entrar numa cabine telefónica e a sair, indumentado de um pijama azul com botas e capa vermelha. Mas isso deve ter sido um erro na pós-edição. Ma...