quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Preparem-se para o concerto. A orquestra está a afinar-se.

Coro do Exército da Federação Russa canta Money, money, money!.

A Rússia está a ser acossada pelo Ocidente hipócrita. O Putin está em modo de testar as defesas ocidentais? Não! De provocação. De dizer que a Rússia não se vai ficar quando o Ocidente lhe anda a levantar sanções.

Roteiro dos próximos meses: na UE o Barroso sai e o Juncker entra sob fogo. As piores e mais estúpidas decisões da União Europeia serão decididas pela burocracia. Os cidadãos europeus ficarão às avessas com a União. Particularmente se forem heterossexuais, cristãos e pais de família. Disse tudo ou é preciso mais uma mulher barbuda?

A Rússia parecerá cair da sua posição militar dominante. Mas quando menos se esperar entrará na Europa como libertadora, para alívio de todos nós, depois de tratar dos Estados Unidos num único dia. Parece rebuscado? Vejam o que está a ser vendido ao povo russo na imprensa russa. O povo russo está farto dos agravos do Obama.

Posso assegurar-vos que se devem verificar todos os contentores provindos da Rússia em direção à Europa a partir de hoje, especialmente os que acabarem por ser imobilizados em armazéns remotos. Por causa dos Club-K e de outro material militar. Não são apenas os Estados Unidos que têm armas em stand-by na Europa.

Por mim, perante esta União Europeia que temos, vou preferindo a Euroasiática. Antes Putin que Obama, antes Putin que Juncker, antes Putin que aquela (aquele? aquilo?) mulher de barbas que ganhou o festival da Eurovisão, a censura contra os livros da Enid Blyton (a série Os Cinco, lembram-se?) porque apresentam mulheres em papeis tradicionais, como donas de casa.

E toda esta guerra vem porque os Estados Unidos querem manter o dólar nas transações internacionais. Contra a vontade dos outros povos. Interessa-lhes. É compreensível. Já começaram uma guerra na Europa por causa do Euro (a das Balcãs) e porque uma mulher andava a embicar um presidente. Desta vez têm um homem com gónadas pela frente e um povo que não se deixa levar, um povo com alma.