sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Mais 16000 tropas americanas na Europa? Vai dar molho.

Urso adormecido.  Deixem-no dormir.
Urso adormecido. É melhor deixá-lo dormir.

No início de 2015, cerca de 16000 tropas americanas virão para a Europa para «apoiar a Ucrânia». Com quase duzentos tanques nos Países Bálticos e um número indeterminado na Noruega, seis F-16 portugueses na Lituânia, isto não pode ser visto senão como uma provocação à Rússia.

«Não acordem o urso adormecido.» Este é um ditado de lenhadores nos Estados Unidos, que passou para a linguagem popular. Curiosamente, no Alaska é proibido acordar um urso adormecido para o fotografar. Está na lei.

Os Estados Unidos estão a corromper a Europa e a levá-la por maus caminhos. O Obama é um proto-comunista — basta ver como já nem quer ouvir falar de eleitos nas duas câmaras e vai legislar ao arrepio da constituição do país. Os Estados Unidos, não me apraz dizê-lo, já não são a terra da liberdade nem um estado de direito. Os infelizes casos da lei da amnistia, do rancho de Clive Bundy e do Obamacare provam-no indesmentivelmente. A Rússia pode não ser melhor na liberdade neste momento, mas caminha no sentido da liberdade individual. Os Estados Unidos no da ditadura socialista. Eu prefiro caminhar no sentido da liberdade que descer aos infernos, parta de onde parta.

Sou cristão e conservador. Acredito na liberdade de consciência e na responsabilidade do indivíduo. Não acredito nas tretas do coletivo, especialmente quando este coletivo nos é imposto por um diretório iluminado a gás de flato. Nós escolhemos os nossos amigos, com quem nos associamos e porque nos juntamos. Quando o Estado é grande, diz-nos com quem nos devemos associar e que propósitos são lícitos e — na mentalidade socialista — ilícitos. Diz-nos como devemos educar os filhos, como não devemos transmitir-lhe valores cristãos e morais, criando-os na amoralidade dos marchistas (grafia intencional!) empedernidos.

O caso da mulher barbuda da Eurovisão (que apenas ganhou pelo burlesco, sejamos sinceros!) mostra o rumo da União Europeia. É um rumo que irá inexoravelmente substituir europeus nativos por imigrantes que almejam viver à pala dos nativos e, ultimamente, tornar a Europa igual às esterqueiras de onde saíram. Se eles querem viver a Charia, que vivam nos países onde a Sharia é lei. Se querem fazer mutilações vaginais por causa da sua cultura, mantenham-se em países onde essa cultura é (infelizmente!) ainda aceite. Se querem vir para a Europa, devem abandonar completamente os desejos de Charia, de mutilações vaginais, de casamentos juvenis e de viver sem trabalhar à conta dos outros. Infelizmente, e tarde escrevo, Aníbal não está às portas, mas já cá está dentro.

Voltando à vaca fria, a Europa está um barril de pólvora. A administração Obama está desesperadamente a atirar fagulhas para ver se a guerra se inicia, para poder culpar a guerra da hecatombe financeira que se anuncia. Vamos aceitar isto?