Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

Palermas que nem sabem o que protestam, quem protesta contra eles?

Estava a ouvir a TSF enquanto preenchia relatórios. Prefiro a Antena 2, mas por vezes ligo a TSF. Uns palermas, no mínimo dizer, que queriam protestar não se sabe o quê, com vacuidades como «Números não, palavras sim», e que queriam «trazer a palavra à rádio» invadiram as instalações da TSF. A TSF aproveitou, claro, aproveitou o ensejo para fazer diretos com as tais criaturas a debitar poemas que obviamente não entendem, em contextos que não lhes dão valor. Fiquei com a impressão de que não é preciso um sistema nervoso central para se sobreviver, como provam os pepinos do mar e as anémonas. Nem para protestar, especialmente quando não se consegue verbalizar o que se protesta. Agradece a Rádio Renascença, a qual estou a ouvir este momento (a Antena 2 não tinha música naquele momento do meu agrado). Agradeço publicamente a pluralidade de estações. E se invadirem também a RR com poesia nula, gritos mil e vacuidades possíveis, tenho CD e MP3 para me isolar de tais idiotas, cujos...

Acha-me burro?

Soares... afinal pela boca morre o peixe. Mário Soares, que dispensa apresentações, afirmou que: Franco não deixou os marines atacarem os comunistas portugueses . Diz ele que Franco negou aos marines norte-americanos a passagem pelo território espanhol. Alguém tem de avisar o Mário Soares que os Marines norte-americanos, tal como os nossos fuzileiros, são uma força anfíbia. Uma força anfíbia pratica desembarques a partir do mar. Que eu saiba, não somos nem fomos em 1975 enclaves de Espanha. Se os Marines quisessem atacar em qualquer ponto do território português, desembarcavam na nossa costa. Com veículos como este: Veículo de desembarque moderno. Em 1975 já havia lanchas de desembarque. E paraquedistas, outra maneira de não precisar de Franco para nada.

Uma canção que diz muito sobre os tempos de hoje.

Fica no ouvido. Gosto particularmente do refrão: Life aint like a bowl of cherries, There's too little laughter and too much sorrow. It's more like a jar of jalapenos, Cause what you do and say today, It don't go away and stay It'll just come back and burn your ass tomorrow. Ou, em português, A vida não é como uma taça de cerejas, Há muito pouco riso e muita tristeza. É mais como um jarro de malaguetas, Porque o que fazes e dizes hoje não se vai embora, fica, Voltará e queimará o teu rabo amanhã. Ri-me como há muito não ria.

Como é que se impede que a Rússia invada a Ucrânia?

Como é que se impede a Rússia de invador a Ucrânia por menos de cinco dólares. Na placa está escrito: sob a gestão do Afeganistão. Muito bem metida.

Restruturar? Não, obrigado!

Um pedinte honesto. Ao menos este diz ao que vem. Comece-se a falar de manifestos para restruturar a dívida e vão ver o que vai acontecer. Mas a dívida não é má? É, sim senhor. Como qualquer dívida, é um baraço. Parte dos nossos rendimentos é desviada para pagar juros de dinheiro que pedimos emprestados, que foi gasto e que já provavelmente não sabemos onde ele anda. Mas a dívida afinal não é coisa de políticos corruptos? A grande parte da dívida foi para pagar coisas que o Estado nunca deveria ter feito. E não me refiro às PPP, porque a maior parte delas só agora começa a ser paga. Refiro-me a salvamento de bancos, a manutenção de privilégios em empresas públicas, na vigésima sexta renovação da rotunda pela Câmara Municipal de Lado Algum ou pela manutenção de um esquema de subsídios à indolência e de rendimentos mínimos garantidos. E, é claro, pela manutenção de um corpo de funcionários públicos que, de excessivo, a maioria não trabalha tanto quanto no privado (...

É chato ter-se razão!

Mitt Romney. Afinal, cheio de razão. Um homem com razão Quando Willard Romney (Mitt é diminutivo) apontou a Rússia como o maior inimigo estratégico dos Estados Unidos, foi incendiado pela imprensa em geral. O Presidente Barack Obama até gracejou: «os anos 80 chamam ao telefone e querem a sua política externa de volta.» A crise da Crimeia e da Ucrânia mostra que Mitt Romney tinha razão. Já o tinha em relação ao Mali, à economia americana e mais uma vez mostrou conhecer mais e melhor o Mundo do que o democrápula (grafia intencional!) Barack Obama. Os Estados Unidos perdem por não o ter eleito. O Mundo perde por os Estados Unidos estarem tão tíbios e pusilânimes. Um emperresidente que perde a razão Barack Obama é o desastre final para os Estados Unidos. Duplicou-lhe a dívida (que aliás já tinha sido duplicada por George W Bush). Enfraqueceu-lhe a economia. Destruiu a nação americana. O duo Bush-Obama está para a economia americana como Sócrates para a portuguesa....

Para que o nosso Seguro não fique com inveja do presente ao Hollande.

Licor inominável Suspeita-se que mais bosta destilada, e de mais borradíssima qualidade, sairia da sede do PS se eles se dedicassem a comercializá-la. Nada que de lá tenha vindo nos últimos tempos (desde 1973, o ano da sua fundação) deixa de cheirar a queijo de Portalegre embrulhado em papel de rosas. Sugerimos ao Partido Socialista que se dedique à sua principal vocação e deixe de tentar vaticinar novas maneiras de enterrar Portugal, como fez repetidamente no passado recente.