segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Chicago e Oklahoma, qual é o mais próspero?

Chicago, their kind of town!

Chicago tem o pior sistema de educação dos Estados Unidos, e é a cidade que mais pessoas tem a receber subsídios. No estado de Illinois, há mais pessoas a receber subsídios do que a trabalhar.

Se acha que é por Illinois ter sido enganado por aqueles malditos republicanos, está a atirar longe do alvo. Vejamos a lederança em Illinois.

  1. Presidente: Barack Hussein Obama (democrata)
  2. Senador: Dirk Durbin (democrata)
  3. Congressista: Jesse Jackson Jr. (correntemente a servir pena de prisão e democrata).
  4. Governador: Pat Quinn (segunda substituição por os anteriores governadores estarem a servir pena de prisão; e é democrata).
  5. Líder do congresso estadual: Mike Madigan (também democrata).
  6. Delegada do Ministério Público: Lisa Madigan (filha de Mike Madigan e sai ao pai; é democrata).
  7. Presidente da edilidade: Rahm Emanuel (envolto em escândalos e democrata<)./li>

São todos democratas. Em Chicaco, como em Detroit, os democratas do Obama reduziram a economia a cacos. Se querem culpar os republicanos terão de procurar alhures. Em Chicaco não existem e não mandam. Mandam os democratas do esclarecidíssimo Obama e os resultados estão à vista. É um estado onde ex-governadores e congressistas imprimem chapas de matrícula.

Oklahoma: what a beautiful morning!

Os republicanos são reis e senhores de Oklahoma. Ali nenhum dos condados se rendeu aos democratas. Os dez mandamentos foram expostos, numa votação 27–9, à frente do Congresso Estadual. Apesar dos protestos do Governo Federal e das bestas (não tenho outro nome) da ACLU [American Civil Liberties Union]. Oklahoma define-se como um estado cristão, onde imperam os dez mandamentos.

Oklahoma legislou no sentido de encarcerar e deportar todos os imigrantes ilegais, caso não reunissem as condições para obter um visto legal. Todos os imigrantes ilegais desapareceram. A ACLU protestou e Oklahoma mandou-os pentear macacos.

Oklahoma está desde 2005 com rendimentos familiares acima da média nacional dos Estados Unidos e estes mesmo rendimentos sobem acima da média de ano para ano, tornado o estado mais atrativo para as famílias. Oklahoma tem afluxo líquido de migrantes de outros estados falidos pelos democratas (como Michigan, Illinois e California) e um desemprego abaixo da média nacional dos Estados Unidos. Mais: mandou às malvas o Governo Federal e declarou-se, junto com Texas, Montana e Utah, um estado soberano, onde as diretivas do Governo Federal, como o casamento homossexual, têm de ser discutidas e aprovadas internamente — e já sabemos o destino que vão dar a esta última, digo isto eu e aclamo!

Perante isto, preferia viver na democratíssima Chicago, onde morrem mais pessoas que no Iraque por homicídio, ou na cristianíssima Oklahoma? Os exemplos não são solitários. Há um êxodo da liberalíssima Califórnia para o republicano, conservador e mórmone Utah, e do Estado de Washington para Idaho e para o Texas. As pessoas fogem dos estados dominados por democratas para aqueles geridos por republicanos. Tantas pessoas fazem estatística; e terão as suas razões.

O cristianismo funciona. Um país cristão, onde o cristianismo é tomado a sério, frutifica e enriquece. Portugal deixou de ser um país cristão depois do 25 de Abril, e deixou o verdadeiro cristianismo com o PS, para ser governado por Jorge «Há mais vida para além do défice» Sampaio e Mário <«Conejo» Soares. E dizem-me que querem repetir com o António Costa Concordia.

Nenhum país é maior do que as políticas que o magnificam ou que o tolhem. O melhor é olharmos para o PS com olhos de ver (e já agora também para o PSD, o seu filho menor, e o CDS, o seu filho beato). E olhar também para a esterqueira em que se está a transformar a laicíssima União Europeia e para a evolução da Rússia, que se está a recristianizar. Mais vale viver em Oklahoma que em Detroit e em Provo que em Chicago.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Não subestimem os russos!

Um navio americano, o couraçado USS Donald Cook, lançador de mísseis teleguiados com capacidade nuclear e alcance de 2.500 Km. 96 mísseis sempre preparados para serem lançados. Uma maravilha tecnológica, não é?

USS Donald Cook

Um avião russo, o bombardeiro tático Sukhoi 24. Pode estar armado de mísseis anti-navio.

Bombardeiro tático russo Sukhoi 24

Um navio americano poderia fazer frente a um bombardeiro russo, não poderia. Se fossem três ou quatro, a história era diferente, é claro...

Mas... não subestimem os russos.

A 12 de Abril deste ano, um avião russo passou sobre um navio americano. Não tinha mísseis nem torpedos. Tinha apenas, debaixo da fuselagem, um dispositivo que, surpresa!, ao passar na proximidade do navio, este ficasse sem radares, sem sistemas de controlo, sem comunicações, sem eletrónica. Ponto. Um navio com o poderoso sistema Aegis viu-se como um alvo morto, enquanto o avião russo fazia várias aproximações de treino de lançamento de mísseis. Treze manobras no total, sem que os americanos tivessem capacidade de reagir. Sem eletrónica não se lançam mísseis intercetores.

Naturalmente, a tripulação ficou completamente desmoralizada enquanto o navio seguia para um porto na Roménia.

Vinte e sete dos marinheiros á pediram transferência. Obrigado, nada!


Que o Ocidente não pense que dura para sempre. Os russos virão aí, dentro de poucos anos, quando forem vistos como libertadores da ditadura circo-de-aberrações-sexuais da União Europeia e dos Estados Unidos. Os russos estão a comprar ouro e a construir abrigos fortificados enormes nos Urais. Prearam-se para a guerra. Os russos poderiam ganhar a guerra hoje, mas não a querem fazer. Tudo mostra que não a querem fazer, e que estão apenas a pedir que não os subestimem. Estão a dar prova de vida e a demonstrar que devem ser levados a sério.

O Ocidente anda a brincar com o fogo. Irá chamuscar-se.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Deixem-me ser claro.

A Rússia não é a União Soviética. Para achar alguma coisa que se esteja a parecer com a pouco saudosa União Soviética é necessário olhar mais para Ocidente, para Bruxelas. E como previ desde há muito, já a comissão Juncker anda sob fogo. E ainda mal aqueceu a cadeira. Esperem nos próximos meses o agravamento das críticas à União Europeia. Quando os russos forem olhados como libertadores, avançarão e acabarão com a pouco saudosa União Soviética do Ocidente, também chamada União Europeia. Não terá lágrimas da minha parte.

sábado, 1 de novembro de 2014

Putin disse, e bem dito: chega de brincar às negociações.

Há uns dias, em Sochi, Vladimir Putin fez um discurso admirável. Abriu o jogo. Desse discurso, que não é difícil de encontrar, tiro os seguintes pontos:

  1. A Rússia não irá aceitar o conceito de liderança global unipolar, que é o cerne da diplomacia dos Estados Unidos.
  2. Para que exista paridade entre nações, os Estados Unidos têm que considerar a Rússia como igual e agir d eacordo com isso.
  3. Os Estados Unidos têm, nestas últimas duas décadas, apenas pedido cooperação tácita da Rússia. E quando a Rússia se envolve em conflitos externos, como na Ucrânia, os Estados Unidos começam a vilipendiá-la.
  4. Os Estados Unidos não podem esperar que a atitude de excecionalismo americano seja universalmente aceite e apreciada.
  5. A Rússia é a herdeira da União Soviética. Isto não é coisa de orgulho para os russos, mas é um facto.
  6. A unidade entre as ex-repúblicas soviéticas e a Europa de Leste não é algo que se dissolva com a queda do comunismo. A Rússia tem obrigação de liderar este espaço.
  7. O Médio-Oriente é menos estável hoje do que em qualquer ponto da história. Isto é atemorizante no que concerne à produão de energia e ao terrorismo. Se a América acha que o Médio-Oriente é problema seu, deveria consultar um mapa e ver quão próxima essa região está da Rússia. O terror no Médio-Oriente pode radicalizar as populações islâmicas na Rússia e na antiga União Soviética, e isso é matéria de preocupação para a Rússia.

Esta radicalização do discurso vem depois das estúpidas sanções europeias. Há já alguns dias eu queria reportar este discurso, mas não sabia como fazê-lo. Em boa verdade, considero que a Rússia não quer a guerra, mas está a preparar-se para ela desde há muito. Alienar um amigo transforma-o num inimigo. E a guerra faz muito mais jeito a quem quer conservar o dólar como moeda de transações internacionais do que aos russos.

Digam o que disserem de Putin, a culpa deste discurso é do celerado Obama. Não teria sido necessário. Bastava que atraíssemos a Rússia para o nosso meio e lhe déssemos lugar na nossa mesa como igual.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

As políticas socialistas funcionam?

A resposta é um rotundo não. E a prova está neste gráfico.

Riqueza familiar média nos Estados Unidos (1945=100)
Riqueza familiar média nos Estados Unidos (1945=100)

A economia dos Estado Unidos passou a sobreregulamentar-se nos anos 70. Veja-se que até lá os 1% mais ricos ganhavam mais ou menos o mesmo que em 1945. A classe mais beneficiada foram os 90% mais pobres, num país onde qualquer um tinha de se desenrascar. A partir de 1975 o gráfico inverte-se: os ricos tornam-se qautro vezes mais ricos que em 75 e os mais pobres mantêm-se no mesmo patamar que tinham há quase trinta anos.

Mais regulação, mais ditadura das finanças, mais impostos acaba por beneficiar os mais ricos. Uma sociedade livre e com pouco estado é sempre mais justa para a classe média e a maioria dos cidadãos.

Sabiam que o coeficiente de Gini, o que mede as disparidades no rendimento, na antiga União Soviética era de 0,29 nos anos 80? Para dar uma comparação, é o mesmo do que o da Alemanha de hoje.

Não vou deixar muitos mais comentários ao gráfico. Ele fala por si. Deixo contudo este: sigam o dinheiro e sabem quem quer as políticas.

Paz na Europa. É possível?

Ultimamente estamos rendidos a uma certa possibilidade de guerra. Os russos estão rendidos à inevitabilidade da mesma. Será, pesando tudo, a guerra inevitável?

A guerra não é inevitável. A guerra depende de as sanções da Europa para a Rússia não darem em nada. Na sanha de sancionar a Rússia estamos a prejudicar a nós mesmos, e isso configura a própria definição de estupidez. Portugal já deixou de exportar legumes e carne de aves por causa dessas sanções estúpidas. As sanções deixarão de ser aplicadas quando forem espúrias. E serão inócuas quando a Rússia se desenvolver e não precisar da Europa. E nesse momento deixará de haver necessidade de guerra.

Ora, como é que a Rússia se desenvolverá? Ela já está no caminho. Veja-se o gráfico do aumento da produção industrial desde que as sanções ocorreram:

Variação homóloga da produção industrial na Rússia

As sanções à Rússia estão a estimular a produção interna.

A Rússia tem outros problemas: diminuição e envelhecimento populacional, mais até que na Europa. Nenhum país nem nenhuma cultura subsiste assim muito tempo. A contração populacional deu cabo do Império Romano e está a dar cabo da Europa.

Se eu fosse russo, faria o seguinte: iniciaria um programa de imigração livre de profissionais especializados europeus (agricultores, silvicultores, engenheiros, informáticos), com as seguintes condições:

  1. O profissional aceitaria fazer esforço para aprender a língua russa, para se integrar na sociedade russa, e manter a sua residência primária em território russo;
  2. O profissional aceitaria obedecer à lei russa;
  3. O profissional declarava não tentar influenciar a política russa enquanto não fosse declarado naturalizado (caso alguma vez o viesse a ser).

Em troca, as autoridades russas dariam proteção jurídica ao estrangeiro, nacionalidade opcional para as crianças nascidas em território russo e liberdade económica para iniciar e incrementar negócios.

Muitos cidadãos europeus com talento estão receosos do rumo da União Europeia. Muitos cidadãos, cristãos conservadores, receiam que em poucos anos tenham de renegar as suas crenças para poder viver numa europa de aberrações e de tolerância intolerante, onde se faz guera às famílias e aos valores que puseram a Europa nos píncaros do Mundo.

Muitos, como eu, aceitariam o convite, ou pelo menos considerá-lo-iam cuidadsamente. Há muitas pessoas, de muitos lados, que se sentem oprimidas por Bruxelas e pelo seu neo-comunismo que tudo regula e tudo tolera, desde que abra mais uma frente de guerra à família e aos valores tradicionais. Se a Rússia quer manter esses valores, que a Europa rejeita e apouca, então mil vezes os russos aos belgas.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Preparem-se para o concerto. A orquestra está a afinar-se.

Coro do Exército da Federação Russa canta Money, money, money!.

A Rússia está a ser acossada pelo Ocidente hipócrita. O Putin está em modo de testar as defesas ocidentais? Não! De provocação. De dizer que a Rússia não se vai ficar quando o Ocidente lhe anda a levantar sanções.

Roteiro dos próximos meses: na UE o Barroso sai e o Juncker entra sob fogo. As piores e mais estúpidas decisões da União Europeia serão decididas pela burocracia. Os cidadãos europeus ficarão às avessas com a União. Particularmente se forem heterossexuais, cristãos e pais de família. Disse tudo ou é preciso mais uma mulher barbuda?

A Rússia parecerá cair da sua posição militar dominante. Mas quando menos se esperar entrará na Europa como libertadora, para alívio de todos nós, depois de tratar dos Estados Unidos num único dia. Parece rebuscado? Vejam o que está a ser vendido ao povo russo na imprensa russa. O povo russo está farto dos agravos do Obama.

Posso assegurar-vos que se devem verificar todos os contentores provindos da Rússia em direção à Europa a partir de hoje, especialmente os que acabarem por ser imobilizados em armazéns remotos. Por causa dos Club-K e de outro material militar. Não são apenas os Estados Unidos que têm armas em stand-by na Europa.

Por mim, perante esta União Europeia que temos, vou preferindo a Euroasiática. Antes Putin que Obama, antes Putin que Juncker, antes Putin que aquela (aquele? aquilo?) mulher de barbas que ganhou o festival da Eurovisão, a censura contra os livros da Enid Blyton (a série Os Cinco, lembram-se?) porque apresentam mulheres em papeis tradicionais, como donas de casa.

E toda esta guerra vem porque os Estados Unidos querem manter o dólar nas transações internacionais. Contra a vontade dos outros povos. Interessa-lhes. É compreensível. Já começaram uma guerra na Europa por causa do Euro (a das Balcãs) e porque uma mulher andava a embicar um presidente. Desta vez têm um homem com gónadas pela frente e um povo que não se deixa levar, um povo com alma.