sexta-feira, 31 de outubro de 2014

As políticas socialistas funcionam?

A resposta é um rotundo não. E a prova está neste gráfico.

Riqueza familiar média nos Estados Unidos (1945=100)
Riqueza familiar média nos Estados Unidos (1945=100)

A economia dos Estado Unidos passou a sobreregulamentar-se nos anos 70. Veja-se que até lá os 1% mais ricos ganhavam mais ou menos o mesmo que em 1945. A classe mais beneficiada foram os 90% mais pobres, num país onde qualquer um tinha de se desenrascar. A partir de 1975 o gráfico inverte-se: os ricos tornam-se qautro vezes mais ricos que em 75 e os mais pobres mantêm-se no mesmo patamar que tinham há quase trinta anos.

Mais regulação, mais ditadura das finanças, mais impostos acaba por beneficiar os mais ricos. Uma sociedade livre e com pouco estado é sempre mais justa para a classe média e a maioria dos cidadãos.

Sabiam que o coeficiente de Gini, o que mede as disparidades no rendimento, na antiga União Soviética era de 0,29 nos anos 80? Para dar uma comparação, é o mesmo do que o da Alemanha de hoje.

Não vou deixar muitos mais comentários ao gráfico. Ele fala por si. Deixo contudo este: sigam o dinheiro e sabem quem quer as políticas.

Paz na Europa. É possível?

Ultimamente estamos rendidos a uma certa possibilidade de guerra. Os russos estão rendidos à inevitabilidade da mesma. Será, pesando tudo, a guerra inevitável?

A guerra não é inevitável. A guerra depende de as sanções da Europa para a Rússia não darem em nada. Na sanha de sancionar a Rússia estamos a prejudicar a nós mesmos, e isso configura a própria definição de estupidez. Portugal já deixou de exportar legumes e carne de aves por causa dessas sanções estúpidas. As sanções deixarão de ser aplicadas quando forem espúrias. E serão inócuas quando a Rússia se desenvolver e não precisar da Europa. E nesse momento deixará de haver necessidade de guerra.

Ora, como é que a Rússia se desenvolverá? Ela já está no caminho. Veja-se o gráfico do aumento da produção industrial desde que as sanções ocorreram:

Variação homóloga da produção industrial na Rússia

As sanções à Rússia estão a estimular a produção interna.

A Rússia tem outros problemas: diminuição e envelhecimento populacional, mais até que na Europa. Nenhum país nem nenhuma cultura subsiste assim muito tempo. A contração populacional deu cabo do Império Romano e está a dar cabo da Europa.

Se eu fosse russo, faria o seguinte: iniciaria um programa de imigração livre de profissionais especializados europeus (agricultores, silvicultores, engenheiros, informáticos), com as seguintes condições:

  1. O profissional aceitaria fazer esforço para aprender a língua russa, para se integrar na sociedade russa, e manter a sua residência primária em território russo;
  2. O profissional aceitaria obedecer à lei russa;
  3. O profissional declarava não tentar influenciar a política russa enquanto não fosse declarado naturalizado (caso alguma vez o viesse a ser).

Em troca, as autoridades russas dariam proteção jurídica ao estrangeiro, nacionalidade opcional para as crianças nascidas em território russo e liberdade económica para iniciar e incrementar negócios.

Muitos cidadãos europeus com talento estão receosos do rumo da União Europeia. Muitos cidadãos, cristãos conservadores, receiam que em poucos anos tenham de renegar as suas crenças para poder viver numa europa de aberrações e de tolerância intolerante, onde se faz guera às famílias e aos valores que puseram a Europa nos píncaros do Mundo.

Muitos, como eu, aceitariam o convite, ou pelo menos considerá-lo-iam cuidadsamente. Há muitas pessoas, de muitos lados, que se sentem oprimidas por Bruxelas e pelo seu neo-comunismo que tudo regula e tudo tolera, desde que abra mais uma frente de guerra à família e aos valores tradicionais. Se a Rússia quer manter esses valores, que a Europa rejeita e apouca, então mil vezes os russos aos belgas.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Preparem-se para o concerto. A orquestra está a afinar-se.

Coro do Exército da Federação Russa canta Money, money, money!.

A Rússia está a ser acossada pelo Ocidente hipócrita. O Putin está em modo de testar as defesas ocidentais? Não! De provocação. De dizer que a Rússia não se vai ficar quando o Ocidente lhe anda a levantar sanções.

Roteiro dos próximos meses: na UE o Barroso sai e o Juncker entra sob fogo. As piores e mais estúpidas decisões da União Europeia serão decididas pela burocracia. Os cidadãos europeus ficarão às avessas com a União. Particularmente se forem heterossexuais, cristãos e pais de família. Disse tudo ou é preciso mais uma mulher barbuda?

A Rússia parecerá cair da sua posição militar dominante. Mas quando menos se esperar entrará na Europa como libertadora, para alívio de todos nós, depois de tratar dos Estados Unidos num único dia. Parece rebuscado? Vejam o que está a ser vendido ao povo russo na imprensa russa. O povo russo está farto dos agravos do Obama.

Posso assegurar-vos que se devem verificar todos os contentores provindos da Rússia em direção à Europa a partir de hoje, especialmente os que acabarem por ser imobilizados em armazéns remotos. Por causa dos Club-K e de outro material militar. Não são apenas os Estados Unidos que têm armas em stand-by na Europa.

Por mim, perante esta União Europeia que temos, vou preferindo a Euroasiática. Antes Putin que Obama, antes Putin que Juncker, antes Putin que aquela (aquele? aquilo?) mulher de barbas que ganhou o festival da Eurovisão, a censura contra os livros da Enid Blyton (a série Os Cinco, lembram-se?) porque apresentam mulheres em papeis tradicionais, como donas de casa.

E toda esta guerra vem porque os Estados Unidos querem manter o dólar nas transações internacionais. Contra a vontade dos outros povos. Interessa-lhes. É compreensível. Já começaram uma guerra na Europa por causa do Euro (a das Balcãs) e porque uma mulher andava a embicar um presidente. Desta vez têm um homem com gónadas pela frente e um povo que não se deixa levar, um povo com alma.

Somos contra os ricos ou contra os pobres?

Um político pode proibir a riqueza por decreto. Essa será a lei mais eficaz que existe. No processo criará milhões de pobres, e os ricos ou se tornarão pobres ou emigrarão. É um dos mais ubíquos frutos do socialismo, essa fantástica capacidade de reduzir sociedades bastadas à miséria e à escassez.

Pode proibir-se a pobreza por decreto, mas não criará nenhum rico por isso. Os ricos criam-se virtuosamente quando as pessoas podem gozar os frutos do seu trabalho, e desonestamente quando se lhes dá justificações para espoliar os frutos do trabalho alheio. Políticos e mafiosos (repito-me, eu sei!) vivem do trabalho alheio. Uns justificam o seu latrocínio pela força das armas e outros pela força das armas e das moralíssimas leis. Um bom político vale o seu peso em ouro. Um mau político aproveitar-se-á disso para colocar o bom e denso político em baixo de água. A lei de Gresham da política é esta. A lei de Colaço das eleições livreiras é a seguinte:

Uma má escolha política é como uma malagueta. Custa a engolir e faz arder o traseiro no dia seguinte.

Meus caros leitores, prefiro desigualdade na bastança que igualdade na miséria. O problema do nosso capitalismo é não ser capitalismo. É de todos os jornais, escritos e televisivos, abrirem com notícias de política, porque a política interessa mais do que deveria interessar. É de ter as sedes de todas as grandes empresas alapadas ao orçamento do Estado em Lisboa, porque é lá que está o poder, e é lá que se esgravata algum favor. É ter quinhentos mil funcionários públicos a lustrar cadeiras num diâmetro de cinco quilómetros, imagine-se onde.

No meio deste crapulalismo ainda não achei lugar para o capitalismo.

E na Suécia suicidam-se aos mil.

Eu não sou contra os ricos. Um rico, quando enriquece virtuosamente, por trabalho honesto, levará muitos outros à riqueza: trabalhadores, agentes, pessoas com quem negoceia ou de cujos bens e serviços consome na sua vida particular. Um rico deve ser estimado, conquanto tenha acedido à riqueza sem se fazer alapado ao Estado.

Eu sou contra os pobres. Tanto que não os quero. Prefiro que enriqueçam. Gostaria que os 10% mais pobres da nossa sociedade conseguissem ter segurança alimentar, pagar a sua casa, ter meios de comunicação e um automóvel. Seriam ainda os 10% mais pobres da população, mas estariam tão bem como a classe média de hoje. Só conheço um modo de o fazer: permitir que negoceiem livremente, no modo de vida que lhes aprouver, desde que honesto, sem que nada lhes seja dado. Subsídios perpetuam pobres, porque dão a impressão que se pode viver com pouco fazendo nada.

E quem pode viver com pouco fazendo nada porque viveria com pouco mais tendo que trabalhar para isso?

E na Finlândia também se suicidam aos mil.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

A Preventiva: manutenção industrial, consultoria e formação técnica na Beira Interior

A Preventiva dedica-se à manutenção industrial, à consultoria técnica e à elaboração de candidaturas a financiamento pelos quadros comunitários e a formação nas áreas técnicas. É minha criação e a minha plataforma de lançamento nas áreas onde mais gostei de trabalhar até ao momento.

Trabalhamos em manutenção de máquinas industriais e também em máquinas de construção (como bulldozers ou retroescavadoras). Trabalhamos também em empilhadores. Em todas estas máquinas tenho bastante experiência, e foram os meus formandos (em cursos de manobração de empilhadores) que me encorajaram a lançar-me por conta própria e a oferecer um serviço de excelência nesta regiao, onde este não existe. Espero ser um líder nacional, o seu tempo, em automatização e robótica, oferecendo estes serviços para todo o país.

A Preventiva é situada na Beira Interior, no concelho da Covilhã. Espero que venha a ser o primeiro contacto das empresas industriais, de construção e comerciais para manutenção nos distritos da Guarda e de Castelo Branco. Em relação a empresas do litoral posso oferecer tempos de resposta mais rápidos e melhor preço. Almejo também oferecer melhor qualidade e maior honestidade no serviço do que aquilo que tenho visto ser a norma.

Há alguns projetos futuros, os quais irão ser anunciados quando estiverem prontos. Entretanto, conclamo que visitem www.preventiva.pt e que exponham as vossas críticas e sugestões. Cá estarei para as ouvir.

O PS quer criar um dia contra a homofobia e a transfobia

Faz sentido para o PS.

Se para além da homofobia e da transfobia incluir nesse dia a imbecilofobia e a larapiofobia terá incluído proteção absoluta para 100% dos líderes, militantes e simpatizantes do partido.

domingo, 26 de outubro de 2014

Enquanto a sereia nos canta, as preparações para a guerra continuam

Os Estados Unidos estão neste momento a armazenar um número indeterminado de tanques e de material militar em cavernas na Noruega. Tendo estes armazenados, uma força expedicionária de fuzileiros pode ser colocada em ação em apenas algumas horas, voando os homens de bases situadas na Alemanha ou no Reino Unido. Estes homens encontrarão o material, pesado e difícil de transportar, preparado para eles nas cavernas onde estiverem amazenados.

Confirmado no sítio dos no sítio dos fuzileiros norte-americanos.

Os Estados Unidos andam também a realizar muitos exercícios militares. Os russos também.

Se acham que os russos detestam o Ocidente, desenganem-se. Os russos adoram o Ocidente. Detestam é aquela caricatura qem que o Ocidente se tornou. Conseguem saber quem é o pai que apresentou o seu filho ao Presidente Reagan na fotografia a seguir?

Fotografia da visita oficial de Ronald Reagan à Rússia. Note-se o homem de branco, à esquerda.

Ronald Reagan é um herói na Rússia. Konstantin Malofeev, um dos empresários mais chegados ao Putin e alvo das sanções estúpidas que o Barraca Obama (o emperresidente por fraude dos Estados Unidos) mandou cá para fora, disse, textualmente:

Assim como os cristãos no Ocidente no tempo de Ronald Reagan nos ajudaram contra o mal do comunismo, temos de pagar a nossa dívida aos cristãos que estão a sofrer sob o totalitarismo no Ocidente. Estes autodenominados liberalismo, tolerância e liberdade são meras palavras, mas por detrás delas pode-se ver o totalitarismo.

Malofeev nomeou vários exemplos de totalitarismo: multas a estabelecimentos comerciais que se recusam vender flores ou bolos para casamentos homossexuais, ou o uso de gás pimenta contra os que protestavam em França contra o casamento gay. Sobre isso afirmou:

Vimos tudo isto nos anos 20 na União Soviética. Sabemos o que acontece quando a proteção das minorias se transforma em política de estado.

Na Rússia, as pessoas acham que o Ianukovitch negou o contrato de associação com a União Europeia porque a UE iria acabar por fazer valer o casamento homossexual, contra a maioria dos ucranianos. Se têm razão ou não, não faço ideia. Sei que os Russos veem a União Europeia como eu vejo: a União Soviética que a União Soviética quis ser e nunca foi.

Já escrevi aqui que dois caminhos paralelos e próximos levam sempre ao mesmo lugar. A União Europeia vai-nos levar à miséria e à grilheta da Soviética que a precedeu. Se quer mudar, tem de apoiar a família, deixar de experimentalismos idiotas e bizarros e de deixar de chatear os russos. melhor, deve convidar os russos a pertencer à União. Melhor ainda, o próximo presidente da comissão deve ser Serguei Lavrov, o presente ministro dos negócios estrangeiros russo. Antes Lavrov que Juncker, antes Putin que Obama.